Os candidatos republicanos e democratas jogam o futuro nas primárias do Wisconsin. Neste momento, Trump e Clinton lideram com alguma vantagem, mas ainda faltam delegados para garantirem a nomeação. Nuno Gouveia não acredita que haja nomeados no final do mês porque “Trump terá dificuldades em obter metade dos delegados e nos democratas Bernie Sanders garantiu que vai até ao fim“. Os favoritos não podem contar com facilidades até às Convenções dos partidos que se realizam no Verão.

A possível vitória do empresário norte-americano continua a assustar os republicanos, que se têm organizado de diversas formas. Ted Cruz é o único que pode derrotar Trump, mas as elites partidárias ainda não o apoiaram oficialmente. O senador do Texas reclama mais ajuda por parte do establishment, além de insistir na desistência de Kasich para conquistar mais votos do que o principal adversário. O especialista português considera que “Cruz vai transformar uma possível vitória no Wisconsin numa redefinição da corrida e afirmar-se como o candidato de todas as alas do Partido Republicano“. Por seu lado, o milionário espera vencer em Nova Iorque no próximo dia 19, mas também sair vitorioso nos cinco Estados da Costa Leste a 26 de Abril.

A manutenção de John Kasich na campanha tem sido objecto de análise por todos os especialistas que acompanham as eleições. A teoria sobre a intenção do governador do Ohio reclamar a Vice-Presidência em troca dos delegados para o primeiro classificado não faz sentido para o autor do blogue “Era uma vez na América”.

 

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