As eleições no Nebraska e West Vírginia são as primeiras em que Donald Trump concorre sozinho nos republicanos, enquanto Hillary Clinton e Bernie Sanders continuam a figurar no boletim de voto dos democratas.

A partir deste momento, o empresário tem o caminho livre para  a nomeação. No entanto, nos últimos dias várias personalidades do Partido Republicano garantiram que não vão votar no candidato em Novembro. O caso mais interessante diz respeito à revelação feita pelos membros da família Bush em não apoiarem o candidato. Apesar das polémicas, Alexandre Burmester só vê vantagens para o empresário porque “permite apontar as baterias aos democratas”. O especialista também considera que as saídas de Ted Cruz e John Kasich são “uma derrota para o establishment republicano“.

Nos democratas Bernie Sanders ainda não adoptou as mesmas posições de vários republicanos que iniciaram a corrida, mas foram desistindo à medida que perceberam a ineficácia das candidaturas e a popularidade de Trump. Alexandre Burmester entende que “Sanders está a fazer uma espécie de cruzada, além de não ser um candidato pragmático “. A união do partido também não entra nas prioridades do senador do Vermont.

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