As discordâncias entre David Cameron e Boris Johnson sobre o caminho que o Reino Unido deve seguir na União Europeia não são suficientes para o actual primeiro-ministro retirar o ex-presidente da Câmara de Londres da corrida à liderança do Partido Conservador antes das próximas eleições gerais em 2020.

No ano passado, Cameron colocou Johnson na linha da frente para a sucessão conjuntamente com George Osborne e Theresa May. Um ano depois, o primeiro-ministro manteve o que referiu em 2015, tendo considerado Boris Johnson um “grande talento”.

A possibilidade do antigo autarca vir a ser chefe do governo britânico não agrada aos responsáveis europeus. O assessor do presidente da Comissão Europeia, Martin Selmayr, disse ao “The Guardian” que o cenário em causa é “horrível”.

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