A crise política em Espanha domina a atenção internacional. O programa do governo de Mariano Rajoy não passou no parlamento espanhol, cabendo a Pedro Sánchez tentar formar uma maioria que sustente um executivo. O líder do PSOE pretende a solidariedade do Ciudadanos e o apoio do Podemos para governar. A data limite para Sánchez conseguir o impossível é 31 de Outubro, senão haverá novas eleições em Espanha, talvez em Dezembro, o que seria um feito inédito na democracia do país vizinho.

A China avisou os jovens deputados eleitos para o Conselho Legislativo de Hong Kong que não vai permitir manifestações a favor da independência. No entanto, os responsáveis dos movimentos democráticos prometem dar luta ao regime chinês, já que, garantiram deputados suficientes para alterar alguns preceitos constitucionais. A revolução que começou nas ruas conseguiu chegar ao parlamento.

O Reino Unido continua a sofrer inúmeras pressões para invocar o Artigo 50 do Tratado de Lisboa. Na próxima semana os líderes europeus vão reunir-se em Bratislava por causa do Brexit. A pressa europeia não está a ser bem acolhida em Londres por causa dos aspectos constitucionais  e não só. Os candidatos à liderança dos partidos da oposição pedem que as condições de saída sejam escrutinadas pelo parlamento e pela população. Theresa May e os conservadores têm de lidar com a pressão europeia e as exigências dos adversários internos.

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