A campanha eleitoral para as eleições gerais norte-americanas vai durar apenas um mês e meio. Neste momento, os candidatos jogam os últimos trunfos sabendo que as sondagens continuam equilibradas. No entanto, o que fará a diferença são os votos eleitorais que cada candidato conquista nos 50 Estados norte-americanos. Nuno Gouveia considera que se trata da “campanha mais renhida dos últimos anos“, sendo que ainda faltam os “debates para criar dinâmica”.

As eleições gerais costumam ser decididas pelos denominados swing-states. Ou seja, os Estados cuja população vota maioritariamente em diferentes partidos em cada eleição.. Os Estados da Florida, Ohio, Virgínia, Colorado, Iowa, Nevada, Maine e New Hampshire são tradicionalmente decisivos na eleição do presidente norte-americano. No entanto, o especialista português aponta novas localidades que também entram nas contas devido ao equilíbrio das últimas sondagens, como são o caso do Michigan e da Geórgia.

Os candidatos já não têm novidades a apresentar neste mês, pelo que, a campanha será na mesma linha do que sucedeu nos últimos meses. Nuno Gouveia considera que “Hillary vai tentar solidificar o voto nas minorias, mulheres e jovens, embora necessite de atacar Trump para conquistar os independentes“. O empresário está concentrado no “eleitorado independente e recuperar alguns votos nas minorias“. O autor do blogue “Era uma vez na América” não acredita que apareçam surpresas até ao dia 8 de Novembro, mas não descarta o “surgimento de episódios que influenciem o rumo da campanha“.

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