No mês de Julho, o Imperador Akihito revelou que estava a ter dificuldades em cumprir as obrigações destinadas ao monarca nipónico. No entanto, a lei japonesa não permite que um rei abdique do trono. Se Akihito abandonar o trono antes de falecer, será a primeira que acontece desde 1817.

O governo nomeou uma comissão para avaliar a alteração da lei da sucessão do monarca, bem como dos deveres oficiais do rei. No Japão, o Imperador não tem poderes políticos, sendo apenas uma figura com obrigações.

A sociedade japonesa está dividida sobre a decisão que não foi tornada pública, mas tem gerado enorme especulação.

No início do próximo ano haverá uma posição do governo e do monarca sobre a sucessão.

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