O governo de Taiwan tem esperança em voltar a colaborar com a Interpol após ter sido destituído da organização em 1984 por vontade da China. O executivo pretende entrar na entidade internacional com o estatuto de observador e não como membro permanente. O primeiro passo será participar na 85ª Assembleia Geral da Interpol que decorre em Bali neste mês.

O combate ao terrorismo e às outras ameaças globais são as principais razões que estão na origem do recente pedido das autoridades em Taiwan para estarem presentes nas actividades, reuniões e encontros que se realizam durante o ano, apesar de manter relações bilaterais com as autoridades policiais dos Estados Unidos, Japão e algumas nações do sudeste asiático. A partilha de informação também está no topo das prioridades do interesse manifestado. Nos últimos anos, a colaboração conseguiu resolver 235 crimes internacionais envolvendo fraude, tráfico de drogas e humano, tendo detido 12 mil suspeitos das práticas referidas.

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