Os três países reúnem-se no Cazaquistão para iniciarem as primeiras conversações de paz depois da conquista da cidade de Aleppo aos rebeldes do Estado Islâmico. Moscovo e Teerão defende os pontos de vista do governo liderado por Bashar al-Assad e Ancara apoia os movimentos da oposição, que se fazem representar pela primeira vez por elementos dos grupos armados, embora não haja membros do Estado Islâmico.

O governo sírio entende que se trata de uma oportunidade para mostrar a credibilidade de todos os que estão envolvidos na guerra civil. Por seu lado, os diplomatas ocidentais garantem que a libertação de Aleppo mudou o cenário. Os representantes da oposição esperam que as reuniões em Astana sirvam para terminar com os crimes perpetuados pelo executivo.

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