O governo britânico elaborou um documento com as propostas que servem de lançamento   para as negociações com a União Europeia no final de Março.

O executivo criou 12 princípios em várias matérias, desde a imigração, comércio, justiça, bem como preocupação com o futuro dos cidadãos britânicos que vivem nos restantes países da União Europeia.

Os temas que mereceram mais discussão no Reino Unido e na União Europeia como o mercado único e a imigração são prioritários para a primeira-ministra Theresa May. O documento assume a saída total do mercado único e a independência do Reino Unido em realizar acordos comerciais com quem quiser.

As fronteiras do Reino Unido serão controladas, mesmo para os cidadãos provenientes dos restantes países europeus, sendo necessário cumprir requisitos para estudar e trabalhar em Terras de Sua Majestade. No entanto, ainda não se sabe quais são as contrapartidas que os cidadãos britânicos terão de fazer para permanecerem em solo europeu.

A justiça europeia deixa de ser aplicada em todo o território britânico.

O documento recompensa a Irlanda do Norte, País de Gales e a Escócia com mais alguns poderes.

Os trabalhistas criticaram a apresentação feita pelo executivo, dizendo que o documento não vale nada. Por seu lado, o responsável governativo pelo Brexit, David Davies, acredita que a vida no Reio Unido vai ser melhor após a saída da União Europeia.

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