A vitória de Erdogan no referendo sobre as mudanças constitucionais não foi bem aceite por diversas instituições dentro e fora da Turquia.

A oposição derrotada no escrutínio popular criticou a falta de meios utilizados na campanha. A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa e o Conselho da Europa também disseram que se tratou de um acto eleitoral desigual.

O triunfo do Presidente situou-se nos 51,4% com 85% da população a se deslocar às urnas. As principais cidades turcas votaram contra as propostas de Erdogan, mas a região da Anatólian e a costa do Mar Negro decidiram o contrário.

A partir de 2019 o líder turco tem possibilidade de ficar mais dez anos no poder.

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