Os militantes do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) mantiveram a confiança em Pedro Sánchez no exercício das funções de secretário-geral.

Nas primárias os socialistas deram mais uma oportunidade a Sánchez para continuar a oposição ao governo liderado por Mariano Rajoy. O actual líder pediu a demissão na sequência da aprovação do programa de governo do Partido Popular no final do ano passado por alguns deputados socialistas.

O triunfo de Sánchez foi contundente, já que, conquistou todas as autonomias, menos na Andaluzia e no País Basco. O líder obteve 74% contra 59% de Susana Díaz e 14% de Patxi López.

O vencedor garante que o PSOE vai continuar a ser o único partido de esquerda em Espanha.

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