As nomeações para o governo francês criam um ambiente favorável para o novo presidente Macron. A indicação de um primeiro-ministro da direita e da maioria dos ministros serem socialistas confirmam os sinais de abertura prometidas pelo Chefe do Estado durante a campanha eleitoral. O professor da Universidade de Bristol, Gino Raymond, entende que “o presidente abriu o governo às principais figuras de todo o espectro político, embora alguns não tenham experiência política”. O docente acredita que Macron tentou “encontrar um equilíbrio”.

O principal problema está relacionado com a duração do actual executivo devido à votação do novo partido criado por Macron. Gino Raymond considera que “se trata de um governo interino”. No entanto, mesmo que a nova força conquista a maioria dos votos, “dificilmente o primeiro-ministro e as principais figuras abandonam o governo”. 

 

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