O primeiro desafio de Theresa May enquanto primeira-ministra passa por conquistar o partido, sobretudo os novos deputados conservadores.

A perda da maioria absoluta não caiu bem junto dos membros do partido, embora seja dado o benefício da dúvida à liderança eleita no ano passado. Apesar de ser sempre apetecível criar movimentos internos sempre que uma eleição corre mal, os conservadores pretendem dar um passo histórico ao devolver a soberania ao Reino Unido em 2019, depois de estarem concluídas as negociações com a União Europeia.

A vitória nas eleições, mesmo sem maioria, confere legitimidade ao executivo para cumprir com o desejo da população expresso no referendo realizado há um ano. As disputas internas não são a prioridade num partido que se mantém no poder desde 2010 e continua com uma fraca oposição, já que, a coligação do caos anunciada por Theresa May não consegue os mesmos deputados que a força vencedora.

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